Inventário, partilha de bens, divórcio, pensão, guarda e convivência. Fale com um escritório gaúcho que trata cada patrimônio e cada história com exclusividade.
Se uma delas parece a sua história, existe um caminho legal para resolver.
Enquanto ele não termina, ninguém vende, transfere nem regulariza nada. E o imposto só cresce com o tempo.
A partilha tem caminho legal mesmo sem acordo entre todos. Ninguém fica refém de uma assinatura.
Casa financiada, carro, empresa, dívidas. O regime de bens muda tudo, e ele precisa ser lido antes.
Dá para pedir, revisar ou cobrar o que está atrasado. A cobrança de alimentos tem procedimento próprio e rápido.
Testamento, doação com usufruto, holding familiar. Planejar agora costuma custar menos que inventariar depois, e evita desentendimentos entre quem fica.
Guarda, visitas, mudança de cidade. O que vale é o interesse da criança.
Se identificou? Conte sua situação. A primeira conversa já esclarece o caminho.
Sede em Santa Maria, atendimento em todo o estado
O escritório fica em Santa Maria, no centro do estado, e atende famílias gaúchas de todas as regiões, presencialmente ou de forma online.
O escritório nasceu em 2015 e nunca virou esteira. A história da sua família é lida por inteiro antes de qualquer petição, e a estratégia é montada para ela. Quando o caso pede outra área, os profissionais parceiros entram junto.
Conte o que está acontecendo, do seu jeito. Sem formulário e sem juridiquês.
Certidões, escrituras, contratos e o histórico da família. A leitura vem antes de qualquer conselho.
Acordo, escritura em cartório ou ação na Justiça. Você escolhe sabendo o prazo e o custo de cada um.
Marcelo Almansa da Silva, OAB/RS 100.076, é o advogado responsável pela Almansa Advogados, escritório que fundou em 2015, em Santa Maria, e conduz desde então.
Dedica-se ao direito privado, com atenção especial ao Direito de Família e Sucessões, além de Consumidor, Agrário e Empresarial. Acompanha pessoalmente as famílias que chegam ao escritório, do primeiro contato até a partilha ou a decisão final.
Gabriel Barin Vogt é advogado do escritório e atua junto ao Marcelo nas demandas de família, sucessões e patrimônio, do primeiro atendimento ao acompanhamento de cada etapa do processo.
A lei dá 60 dias depois do falecimento para pedir a abertura do inventário. No Rio Grande do Sul, passar desse prazo faz o ITCD subir 10%, e 20% depois de 180 dias. É dinheiro que sai da herança da própria família.
A primeira conversa no WhatsApp, para entender sua situação, não custa nada. Se o caso seguir, os honorários são combinados com clareza antes de qualquer passo.
Dá, em cartório, quando todos os herdeiros são maiores, capazes e estão de acordo, e não há testamento. É bem mais rápido que o inventário judicial, e ainda assim precisa de advogado.
O inventário segue pela via judicial. A recusa de um herdeiro atrasa, mas não impede a partilha: o juiz decide quando as partes não chegam a acordo.
Sim. O atendimento pode ser 100% online, do começo ao fim, e o processo corre na comarca competente, seja ela qual for dentro do estado.
Se o casal está de acordo e não há filhos menores ou incapazes, o divórcio pode ser feito em cartório. Com filhos menores, passa pela Justiça, mas ainda pode ser consensual.
Dá, quando muda a necessidade de quem recebe ou a possibilidade de quem paga. É preciso pedir a revisão e demonstrar essa mudança.
Conte sua situação no WhatsApp. Você fala direto com o escritório, sem juridiquês e sem compromisso.